Um pouco das lendas e das histórias do automobilismo dos anos sessenta
 

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Vejam só!!!
Seria isso possível hoje em dia, com essa chatice do "politicamente correto"?

Reprodução - Anúncio de 1958 - Revista "Carro a vista"


Sabaddo Umberto D'Angelo, fundador e presidente da fábrica de cigarros SUDAN,,fundada em 1913 no Brás, tradicional bairro paulistano, formou o nome da empresa combinando a primeira letra de seus nomes (S-U-D'AN), e fabricava os cigarros Finesse, Mistura Fina, Fulgor, Louvre e Aspasia, entre outros.
O "Comendador", como era chamado, era um entusiasta do automobilismo e patrocinou a realização de diversas provas, sendo em outras homenageado.
Também patrocinava os pilotos que trazia para correr no Brasil, foi ele, por exemplo, quem bancou as despesas da equipe Ferrari para participar do Circuíto da Gávea em 1936 com Pintacuda e Marinoni, e novamente em 1938 com Pintacuda e Tadini, (a equipe corria ainda com carros Alfa Romeu) e principalmente quando Fangio, um ídolo sul-americano, vinha ao Brasil sempre contava com o patrocínio da SUDAN.
Então, nada mais natural, já que não havia essa chatice do "politicamente correto", que o patrocinado aparecesse na propaganda do patrocinador.

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