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Página acrescentada em 01 de setembro de
2008.
Emerson Fittipaldi
por
Paulo Roberto Peralta
Obs.:
Emerson é a síntese do período retratado no site, ele foi o
piloto que "deu certo", em sua carreira foi piloto,
preparador, construtor, correu em diversas categorias, não correu
de
Mecânica Nacional e
Carretera, mas correu contra.
Não foi o primeiro a ir para a Europa, mas foi determinado a
conseguir, e com dedicação e disciplina chegou à categoria
máxima do automobilismo, a Formula 1. Aqui retratamos sua carreira até a chegada à F1, daí em
diante ela é suficientemente documentada e divulgada, inclusive com
dois livros auto-biográficos: "Voando sobre rodas"
(1973) Ed. das Américas, e "Uma vida em alta velocidade"
(2003) Ed. Objetiva, e é desses livros que aproveito as
"falas" e algumas fotos.
Segundo
filho do casal Wilson e Juzy Fittipaldi, Emerson nasceu
em São Paulo
(SP) no Bairro dos Jardins em 12 de dezembro de 1946 e recebeu esse
nome em homenagem ao filósofo, escritor e poeta americano Ralph
Waldo Emerson (1803/1882), de quem sua mão era leitora.
Seu
pai, Wilson Fittipaldi, radialista e promotor de corridas ao lado de
Eloy Gogliano,
participou também de algumas provas de moto e de carros como piloto.
Foi o inspirador para Emerson.
No início do ano de 1951,
com apenas 4 anos foi pela primeira vez à uma corrida em Interlagos, que seu pai ia
transmitir. Em 1953, com 6 anos, começou a estudar no Instituto Caetano de
1966 - 19 anos
Campos, onde fez o Jardim de Infância e o 1º ano do Curso Primário,
passando depois para o
Livro "Uma
vida..." Colégio Mackenzie onde ficou até o 2º ano
do curso Científico.
Na “II Mil Milhas”, de 1957, com quase 11 anos, tanto insistiu
que o “Barão” (apelido de seu pai) conseguiu que José Asmuz
(RS) o levasse para uma volta em sua carretera, e ele foi se
segurando onde era possível, nas curvas de Interlagos.
“-
Lembro que a primeira volta
que dei em Interlagos foi sentado no tanque de gasolina da carretera
do José Asmuz, tinha 11 anos de idade, nunca esqueci”.
Nesse
mesmo ano quando o ídolo de sua infância, Juan Manoel Fangio, penta-campeão mundial
Carretera José
Asmuz
de F1, esteve
em São Paulo
para participar de uma prova (01/12), seu pai o levou à TV para uma
acervo
entrevista e Emerson ao ser apresentado não conseguiu falar, ficou
mudo pela emoção.
Nas
férias Alexandre Fornari
desse ano guiou sozinho pela primeira vez um carro, na então
deserta praia de Ubatuba (SP). Quando
fez 13 anos (12/12/1959) ganhou de presente uma pequena moto de
50cc.
Wilsinho, seu irmão, começou a competir de Kart aos 17 anos, e ele
ainda com 14 anos, não podendo pilotar, passou a ser seu mecânico
e ajudante, na garagem de sua casa tinha
uma pequena oficina onde trabalhava na sua moto e no kart do irmão,
e logo outros pilotos
passaram a levar seus karts para ele cuidar. Era franzino,
dentuço e vivia correndo com a caixa de ferramentas nas pistas improvisadas de kart, ganhou
logo o apelido de
“Rato”.
“- Naquela época eu já
intuía que para ter sucesso era preciso muita dedicação. Ninguém
vence por acaso”.
Já experiente em motores de dois tempos, aos 15 anos, conseguiu
convencer os pais a autorizarem a correr de moto. Preparou o motor,
fez uma carenagem e estreou com vitória em Interlagos, depois de
um ano correndo com sua “cinquentinha” recebeu convite para
correr com uma 250cc. da “Silpo” (Silvano Pozzi), mas teve que
correr disfarçado, com um pseudônimo, mas os pais descobriram e
como castigo ficou sem a moto.
“-
Perdi a moto, mas não o
desejo de competir e muito menos o sonho de ser piloto de Fórmula
1”.
Como para 1964 o regulamento do kart passou a permitir 17 anos como
idade mínima, fez sua estréia em Ribeirão Preto
(SP). Fez uma boa temporada e
foi campeão brasileiro.
“- Minha primeira corrida
foi em Ribeirão Preto,
no interior de São Paulo. Era uma corrida para novatos, com 21
competidores. Venci aquela e também algumas outras corridas para
principiantes.”
Quando Wilsinho, já piloto da Equipe Willys foi à Europa em 1964 e
trouxe um volante esportivo, pequeno, de alumínio e forrado de
couro, Emerson gostou e fez uma réplica
1966
- Com Kart Mini (OBVIO)
para instalar no carro da mãe, que ele usava aos fins de semana, tão
bom ficou que começou a vender aos amigos e logo a coisa se
transformou em um negócio de verdade e passou a produzir em série
com a marca de “Formula
1”. Montou uma pequena industria no Bairro de Interlagos.
Finalmente,
depois de completar 18 anos e tirar carteira de habilitação, foi
convidado por Luiz Antonio Greco, chefe da equipe Willys, a fazer
uma prova de estreantes, no início de 1965, com um carro da fábrica
mas não da equipe, venceu em sua categoria.
Faz
o ano de 1965 quase todo pela equipe Willys. Em 1966, Wilsinho e Maneco Combacau compraram em sociedade a fábrica
de karts de Cláudio Daniel Rodrigues e 6 meses depois já estavam
produzindo o chassi deitado que alcançou bastante destaque na época,
depois venderam a “Mini-Kart” para Emerson, que produzia o
volante “Formula
1”, associado com Mário e Cezar de Carvalho, fabricantes do motor “Riomar”.
Começou
o ano de 1966 competindo com um velho Renault 4CV (Rabo-Quente) da
Equipe Torke, equipado com um motor de quase 1.000cc., na categoria
Força Livre.
Por essa época a família já havia se mudado para o Bairro do
Morumbi e Emerson comprou uma Alfa Romeo 1300 GTZ e com
ela fez
duas corridas, uma delas, “Mil Quilômetros de Brasília”, em
dupla com José Carlos Pace, durante a corrida entortaram 4 rodas,
como não haviam reservas, eram rodas italianas, pararam. Depois
1966 - Renault "Rabo Quente" voltou a pilotar pela equipe Willys, mas em outubro correu mais
Livro
"Voando sobre rodas"
uma
vez com o Renault 4CV e em novembro foi convidado pela Dacon
para correr a “Mil Milhas”, apesar da equipe possuir possantes KarmannGhia/Porsche ele
1966 - Camp. Paulista
foi designado para correr de VW 1.6, então
recusou, e se associou com o amigo Jan
Balder, e
Alfa 1300 GTZ
correram com um DKW/Malzoni,
a equipe Vemag já havia acabado, mas
alguns pilotos,
Acervo: Carlos
de Paula
mecânicos
e técnicos
montaram uma equipe, quase um
cooperativa, batizada de Equipe Brasil, usando ainda o material da
extinta equipe mas com todas as despesas (inscrição, pneus, rodas,
óleo e combustíveis) bancadas por cada piloto, foi uma corrida épica,
tiveram problemas na largada, largaram em último, mas com um bom
plano, na
metade da corrida já estavam em 2º e assim foram até que faltando 20 voltas o Karmann Ghia/Porsche
da dupla Pace/Totó Porto quebrou um terminal de direção e
assumiram a liderança, mas poucas voltas depois um cilindro deixou
de funcionar e a vitória ficou para a carretera de Camillo
Christofaro e Eduardo Celidonio, ainda perderam a 2ª posição para
outro DKW/Malzoni, da mesma equipe, o de Marinho e Scuracchio.
Com esse mesmo carro correram também a prova “Mil Quilômetros da
Guanabara” onde no final o cambio encavalou e Emerson teve que
correr usando apenas a 3ª marcha, mesmo assim chegaram em 4º
lugar.
Em
1967, com 20 anos, fez algumas corridas pela equipe
1966 - Mil
Km da
Guanabara
Dacon com os Karmann
Ghia/Porsche, mas com a criação
Cacaio, Emerson e Crispim
da
categoria Formula Vê, monoposto equipado com motor
Acervo: www.carroantigo.com
1.200cc e
diversos outros itens originais Volkswagen, construiu na fabrica de
karts um protótipo bastante estreito, completamente diferente do que se
fazia no mundo todo na época, o carro ficou muito bom e passaram a produzir em série, vendeu a fábrica de
1967 - 3 Hs do RJ
karts
para
os sócios e
abriram, ele e Wilsinho, uma empresa
Reprodução Revista AE
e montaram
uma equipe,
Emerson
sagrou-se campeão
brasileiro da temporada.
“-
Nesse ano, resolvi voltar
minhas energias para vencer
o maior evento automobilístico do
Brasil na época, a “Mil O
protótipo Fitti-Vê
Milhas de Interlagos”. Cresci
assistindo a prova. Meu
Livro "Voando sobre rodas"
irmão e eu resolvemos construir, na fabrica
de Formula Vê em Interlagos, um carro esporte”.
Wilsinho
comprou de Marivaldo Fernandes o chassis de um Porsche 550 1500 RS
que já havia sido de Christian Heins, Emerson fez os desenhos do novo carro, estudava
desenho à noite, e com a ajuda do funileiro
Francisco Picciutto fizeram a carroceria de um GT,
1967 - 3a Etapa de
F-Vê
foram 3 meses de
puro trabalho artesanal. Batizado de
Livro "Uma vida em alta
velocidade" Fitti/Porsche saiu na versão
spyder, sem teto, depois, antes da prova em Brasília, Picciutto fez
o teto e também as portas que abriam para cima, tipo asa de
gaivota.
Na "Mil Milhas", nos treinos bateram o recorde da pista,
primeiro foi Wilsinho que fez
3m32s e 4 décimos, depois Emerson, 3m31s e 8 décimos,
o recorde anterior, de 3m37s
Fitti/Porsche
spyder (OBVIO)
era
de
Ciro Cayres e
já durava 10 anos. Na corrida Wilson largou e tomou a dianteira, mas parou na
24ª volta, depois de demorados reparos Emerson assumiu e
foi descontando o tempo perdido até que um princípio de incêndio provocou nova parada no box, e pouco mais
tarde a quebra de uma homocinética tirou o Fitti/Porsche da prova.
“- Nessa corrida, antes do
incêndio, percebi que tinha ido o mais longe possível competindo
no Brasil...
Ali, sentado no carro, tomei uma decisão. Era
hora de começar a correr na Europa...Só faltava descobrir como
chegar lá”.
Em 1968 com Interlagos fechado para reformas Emerson correu uma
prova no Paraná, Rodovia do Xisto, mas o Fitti/Porsche dechapou 5
pneus, ultrapassaram o limite de velocidade do fabricante (
240 Km/h
), e depois acabou quebrando, venceu em seguida uma prova
extra-campeonato de Formula Vê em Campinas (SP), circuito de rua.
Em abril fez dupla com Lian Durte na “Mil Quilômetros de Brasília”
e conseguiram o 3º lugar, seu melhor resultado com o Fitti/Porsche,
que até já havia ganhado o apelido de “carro
madrinha”, porque sempre largava na frente e acabava
abandonando. Aliás foi a única corrida que o carro concluiu.
No final do ano, já decidido à ir para a Europa, fez 2 corridas
com um VW Sedan 1600 e venceu, na categoria, em Jacarepaguá (RJ) em
dupla com Nathaniel Towdsend e na geral em Porto Alegre
(RS), “12 Horas de Porto Alegre”, corrida de rua, em dupla com
Wilsinho.
O grid foi definido por sorteio, na largada estava uma chuva fina que
continuou a madrugada inteira.
“-
Parti bem, mas não havia o
que fazer, a rua estava entupida de carros, era noite e chovia, de
repente todo mundo brecou e tive que meter o pé no freio com toda
força para não bater no carro da frente, Pace vinha atrás de mim
e não conseguiu parar. Bang! Ele entrou no motor do VW e atingiu o
distribuidor, que quebrou. Fui obrigado a parar”.
1968 - 12 Hs de POA (RS)
Emerson então correu até o box (a pé),
onde arrumaram uma tampa nova
emprestada e
Acervo: Gilberto Menegaz correu de volta com um mecânico até o carro, perderam
2 voltas, recuperaram durante a noite e na meia hora final Emerson
disputou com Bird Clemente a vitória.
Pouco antes dessa corrida Emerson havia acompanhado a temporada
argentina de Fórmula 2 e conhecido Frank Willians, na época piloto,
e admirado o esquema das equipes, bem diferente do que se fazia no
Brasil de então.
Antonio
Carlos Avallone, piloto paulista, havia ido para a Inglaterra em março
de 1968, feito o curso da Escola de Pilotagem de Jim Russel para tirar carteira do RAC (Royal Automobile
Club), uma vez que o ACB
não emitia Carteira Internacional em virtude do litígio que
mantinha com a CBA, e começou a correr na categoria Formula Ford (a grande coqueluche do
automobilismo europeu) mudando depois para Formula 5000 (V8
de 5000cc). Ricardo Achcar, piloto carioca, também foi para a
Inglaterra, em maio, e com Carteira emitida pelo RAC (Royal
Automobile Club) conseguiu já na sua estréia a vitória na
prova “International Tourist Trophy” de F-Ford na pista de
Oulton Park, a primeira de um piloto brasileiro, depois de quase 20
anos da vitória de Fritz D’Orey com
Christian Heins em segundo em
Messina (Itália), numa prova de Fórmula Jr.
Emerson
conversou muito com esses dois pilotos e também com Gerry
Cunningham, amigo e fornecedor, que havia feito algumas corridas
amadoras, e falava muito sobre
a nova categoria Fórmula Ford, seu baixo custo, e também que
conhecia algumas pessoas da categoria que poderiam ajudar. Ao
comentar que viajaria novamente para a Inglaterra em fevereiro de
1969 Emerson visualizou uma oportunidade e sugeriu ir junto, a
temporada inglesa começava em março, acertou de viajar com o
amigo, tirou passaporte, carteira internacional de motorista, vendeu
seu carro, seu Formula Vê, equipamentos e conseguiu o suficiente
para comprar um Formula Ford e ficar 3 meses por lá.
Emerson
não falava inglês, então o amigo Gerry o ajudou enquanto esteve lá,
levou-o até Frank Willians que representava o chassi Titan, seriam
2 meses de espera, aí o levou até Dennis Rowland que preparava
motores e ele propôs uma troca, o motor por trabalho, Emerson o
ajudaria a preparar os motores dos Ford Cortina que equipavam a categoria,
por fim levou-o à Merlyn, que por sorte tinha um chassi disponível,
de uma desistência, Emerson comprou.
Sua primeira corrida foi Zandvoord (7/4/69), na Holanda, pelo
Campeonato Europeu e Wilsinho, seu irmão, que havia ido à Europa
comprar peças Porsche estava presente. Estava na liderança quando
quebrou uma biela e abandonou.
Na próxima corrida, Snetterton (4/5/69), Inglaterra, pelo
Campeonato Britânico, obteve sua primeira vitória em terras
estrangeiras.
Foram
9 corridas de Formula Ford com 3 vitórias, 2 segundos e 2 terceiros
e apenas um abandono, a partir do maio, dois outros brasileiros começaram
a competir na categoria: Luiz Pereira Bueno e Ricardo Achcar, que
foram logo em seguida de Emerson para a Europa.
Antonio
Carlos Avallone apresentou Emerson à Jim Russel e sugeriu que Jim
cedesse um carro de Formula 3 para Emerson correr, foi feito
um acordo, e assim apenas 5 meses
depois de ter chegado na Inglaterra estreava na Formula 3. Fez 11
provas na categoria e venceu 8, e mesmo tendo iniciado atrasado
venceu o Campeonato Britânico de Formula 3.
No inicio do ano de 1970 Emerson participou no Brasil do Torneio BUA
de Formula Ford, e venceu o Torneio.
Quando regressou à Europa começou a correr na
1969 - Pista de Crystal Palace Fórmula 2 e em março de
1970 iniciou o Torneio
Livro
"Uma vida em alta velocidade"Europeu.
Em
abril casou-se, o primeiro de seus três casamentos, e em
junho, foi convidado por Colin Chapman da equipe Lotus para testar a
Lotus F-1, seu desempenho nos testes foi muito bom e foi chamado
para correr pela equipe com um 3º carro, uma Lotus 49, enquanto os
pilotos titulares já usavam a Lotus 72.
1970 - Torneio BUA de F-Ford Intercalava
suas
provas de Fórmula 2 com as de
Fórmula 1. Jochen Rindt, 1º piloto da
Livro " Voando sobre rodas"
equipe sofreu um acidente fatal nos treinos da prova de Monza (Itália)
e a Lotus não participou de duas provas, só retornou
em Watkins Glen
(EUA) onde Emerson com quase 24 anos venceu sua primeira prova de F1
dando o título de campeão (póstumo) à Rindt e à equipe. No seu ano de estréia,
fez 12 pontos e terminou a temporada em décimo lugar.
Em dezembro de 1970 participou e venceu a Copa Brasil, correndo com
uma Lola T 210, de 2.000cc, em seguida, janeiro de 1971 participou do
“Mil Quilômetros de Buenos Aires” em dupla com Carlos Reutmann,
mas na parada nos boxes um mecânico derrubou óleo sobre a
embreagem e não tiveram condições de continuar, Reutmann nem
chegou a pilotar na prova.
O ano de 1971, na F-1, foi ruim para Emerson, com o Lotus quebrando
em muitas provas. Terminou a temporada em sexto, com 16 pontos.
Na temporada de 1972, venceu cinco provas (Espanha, Bélgica,
Inglaterra, Áustria e Itália) e conquistou o título de campeão
mundial com duas provas de antecedência. Com quase 25 anos de idade
se tornou o mais jovem campeão mundial de F-1.
A partir daí sua
carreira é muito bem documentada e conhecida, tudo que pudesse
1971 - Buenos Aires
Emerson
2007 ser
escrito, seria repetitivo.
Revista Autopista
(ESP)
Participações
em provas
11/04/1965
- Camp. Carioca - 1ª Etapa - Ilha do Fundão/RJ - Renault 1093 845cc nº
77 - 5º na geral e 1º na T-850
26/04/1965 - III 12 Horas de Brasília -
Trampolim do Eixo - Renault 1093 845cc nº 41 - C/Danilo
de Lemos/Delamare/Terra/Mancal - 8º
na geral e 1º n T-850
26/04/1965 - III 12 Horas de Brasília - Trampolim do Eixo - Renault
1093 845cc nº 42 - C/Danilo
de Lemos/Delamare/Terra/Mancal - 9º na
geral e 2º na T-850
26/04/1965 - III 12 Horas de Brasilia -
Trampolim do Eixo - Renault 1093 845cc nº 40 - C/Danilo
de Lemos/Delamare/Terra/Mancal - 14º na
geral e 4º na T-850
23/05/1965 - III 12 Horas de Interlagos - Interlagos/SP - Willys
Interlagos 998cc nº 22 - C/Wilson
Fittipaldi Jr/Luiz Terra Smith - 20º
na geral e 8º na T-1.6
08/08/1965 - 3ª Etapa do Camp. Carioca -
Ilha do Fundão/RJ - Renault 1093 845cc nº 1 -
4º na geral e 1º na T-850 (capotou)
24/10/1965 - IV 3 Horas de Velocidade - Interlagos/SP - Renault 1093
845cc nº 40 - 8º na geral e 3º na T-850
31/10/1965 - VIII
500 Quilômetros
de Interlagos/SP - Interlagos/SP - Willys Interlagos 998cc nº 12 -
4º na geral e 3º na PT/GT
07/11/1965 - Camp. Carioca - Gr. II - 4ª Etapa - Ilha do Fundão/RJ -
Renault R8 1.108cc nº 21 - 1º na geral e
1º na T-1.3
07/11/1965 - Camp. Carioca - Gr. III - 4ª
Etapa - Ilha do Fundão/RJ - Willys Interlagos 998cc nº 12 -
3º na geral e na T-1.3
27/11/1965 - VII Mil Milhas Brasileiras - Interlagos/SP - Renault 1093
998cc nº 16 - C/Antonio
Versa - 18º na geral e 8º na T-1.3
27/02/1966 - Camp. Paulista - TFL - 1ª
Etapa - Interlagos/SP - Renault 4CV 998cc nº 77 -
4º na geral e na TFL
20/03/1966 - Camp. Paulista - Grupo III - 3ª Etapa - Interlagos/SP -
Alfa Romeo GTZ 1.290cc nº 77 - 11º na
geral e 7º na T-1.3
01/05/1966 - II Mil Quilômetros de Brasília
- Eixo Monumental - Alfa Romeo GTZ 1.290cc nº 77 - C/José
C. Pace - 16º na geral e 5º na PT/GT
28/05/1966 - III 24 Horas de Interlagos - Interlagos/SP - Renault 1093
845cc cc nº 77 - C/Lian
Duarte - 5º na geral e 1º na T-1.3
12/06/1966 - GP IV Aniversário APVC - TFL
- Interlagos/SP - Carretera Gordini 1.108cc nº 47 -
4º na geral e na TFL
03/07/1966 - Prova Aniversário ACESP - Interlagos/SP - Willys
Interlagos 998cc nº 12 - 6º na geral e na
TFL
10/07/1966 - GP Governador Negrão de Lima
- Jacarepaguá/RJ - Willys Interlagos 998cc nº 22 - 5º
na geral e 2º na GT
16/10/1966 - Camp. Paulista - TFL - 4ª Etapa - Interlagos/SP - Renault
4CV 998cc nº 77 - 3º na geral e na TFL
19/11/1966 - VIII Mil Milhas Brasileiras -
Interlagos/SP - DKW Malzoni IV 1.089cc nº 7 - C/Jan
Balder - 3º na geral e 2º na PT/GT
18/12/1966 - I Mil Quilômetros da Guanabara - Jacarepaguá/RJ - DKW
Malzoni IV 1.089cc nº 7 - C/Jan
Balder - 4º na geral e na PT
25/01/1967
- 2 Horas de Volkswagen - Interlagos/SP - VW Sedan 1.192cc nº 7 - 1º
Lugar
19/03/1967 - IV 12 Horas de
Interlagos - Interlagos/SP - Karmann Ghia/Porsche 1.966cc nº 77 - C/Wilson
Fittipaldi Jr. - 17º na geral e 5º na PT/GT
09/04/1967 - III 3 Horas da Guanabara -
Jacarepaguá/RJ - Karmann Ghia/Porsche 1.966cc nº 77 -
2º na geral e na PT
23/04/1967 - III Mil Quilômetros de Brasília - Eixo Monumental -
Karmann Ghia/Porsche 1.582cc nº 7 - C/Chiquinho
Lameirão - 2º
na geral e na PT/GT
14/05/1967 - Camp. Brasileiro F-Vê - 1ª
Etapa - Jacarepaguá/RJ - Fitti-Vê 1.192cc nº 7 - 1º
Lugar
11/06/1967 - III 6 Horas de Interlagos - Interlagos/SP - Karmann Ghia/Porsche
- 1.966cc nº 7 - C/Wilson
Fittipaldi Jr. - 1º na geral e na PT/GT
18/06/1967 - Camp. Brasileiro F-Vê - 2ª
Etapa - Jacarepaguá/RJ - Fitti-Vê - 1.192cc nº 7 -
1º Lugar
13/08/1967 - Camp. Brasileiro F-Vê - 3ª Etapa - Interlagos/SP - Fitti/Vê
1.192cc nº 7 - 2º Lugar
20/08/1967 - Prova Extra Campeonato - F-Vê
- Jacarepaguá/RJ - Fitti/Vê 1.192cc nº 77 -
1º Lugar
10/09/1967 - X
500 Quilômetros
de Interlagos - Interlagos/SP - Fitti-Vê 1.192cc nº 7 - 4º
Luga
r
08/10/1967 - Prova Presidente Costa e Silva
- Jacarepaguá/RJ - Fitti-Vê 1.192cc nº 7 -
2º Lugar
03/12/1967 - IX Mil Milhas Brasileiras - Interlagos/SP - Fitti/Porsche
1.966cc nº 7 - C/Wilson
Fittipaldi Jr. - AB - PT/GT
17/12/1967 - Camp. Brasileiro F-Vê - 4ª
Etapa - Jacarepaguá/RJ - Fitti-Vê - 1.192cc nº 7 -
1º Lugar - Campeão na F-Vê
Reformas em Interlagos - 1968/69
04/02/1968 - Prova Rodovia do Xisto - Rodovia do Xisto/PR - Fitti/Porsche
- 1.996cc nº 7 - AB - PT/GT
18/02/1968 - GP de Campinas - Campinas/SP -
Fitti/Vê - 1.192cc nº 7 - 1º Lugar
14/04/1968 - IV Mil Quilômetros de Brasília - Eixo Monumental - Fitti/Porsche
1.966cc nº 7 - C/Lian
Duarte - 3º na geral e na PT
28/04/1968 - IV 3 Horas da Guanabara -
Jacarepaguá/RJ - Fitti/Porsche 1.966cc nº 7 -
11º na geral e 2º n PT
18/08/1968 - Camp. Brasileiro F-Vê - 1ª Etapa - Jacarepaguá/RJ -
Fitti/Vê 1.192cc nº 7 - 4º Lugar
27/10/1968 - Prova Santos Dumont -
Jacarepaguá/RJ - Fitti/Porsche 1.966cc nº 7 - C/Marivaldo
Fernandes - AB
- PT
17/11/1968 - Prova Deputado Levi Neves - Jacarepaguá/RJ - VW Sedan
1.584cc nº 87 - C/Nathaniel
Towdsend - 6º na geral e 1º na TFL
07/12/1968 - III 12 Horas de Porto
Alegre/RS - VW Sedan 1.584cc nº
7 - C/Wilson Fittipaldi Jr. - 1º
na geral e na T-1.6
A Partir de 1969 Emerson começou sua carreira internacional,
bastante conhecida e documentada.
Resumo
de sua carreira internacional
1969
- Formula Ford e Formula 3 (Campeão
na F-3)
1970 - Formula 2 e
Formula 1
18/07/1970 - GP da Inglaterra de F-1 - Brands Hatch - Lotus/Ford
49C
2.993cc nº 28 - 8º Lugar - Primeira
corrida
na F1
04/10/1970 - GP dos
EUA de F-1 - Watkins Glen - Lotus/Ford
72C
2.993cc nº 24 - 1º Lugar - Primeira
vitória na F1
1972 -
Campeão
da F1 (pela Lotus)
1973 -
Vice-campeão
da F1 (pela Lotus)
1974 -
Bi-campeão
da F1 (pela McLaren)
1975 -
Vice-campeão
da F1 (pela Lotus)
1976 - Passou a correr com Fittipaldi/Ford pela Coopersucar
1980 - Faz sua última participação como piloto na F1
05/10/1980 - GP dos EUA de F1 - Watkins Glen - Fittipaldi/Ford FD08
2.993cc nº 20 - 22º Lugar - Última
corrida na F-1
1981 e 82 - Chefe de equipe (Fittipaldi F1)
1983 - Torneio de Superkart (campeão)
1984 - Participa do Grande Prêmio de Miami com March 82G e é convidado
para correr na Formula Indy
Resumo
da carreira na Formula Indy
01/04/1984
- GP de Long Beach - WIT - March/Cosworth - F-Indy - 5º Lugar - Primeira
participação na Formula Indy
27/05/1984 -
500 Milhas
de Indianápolis - WIT - March/Cosworth - F-Indy - AB - 32º Lu
gar - Primeira
participação na Indy 500
28/05/1989 - 500 Milhas
de Indianápolis - Patrick - Penske/Chevr - F-Indy - 1º Lugar - Primeira
vitória na Indy 500
1989 - Campeão na F-Indy - Equipe Patrick
30/05/1993 -
500 Milhas
de Indianápolis - Penske/Chevrolet - F-Indy - 1º Lugar - Segunda
vitória na Indy 500
1993 - Vice-campeão da F-Indy - Equipe Penske
1994 -
Vice-campeão
da F-Indy - Equipe Penske
28/07/1996 - GP de Michigan - Hogan/Penske/Mercedes - F-Indy
- 25º Lugar -
Última
corrida na Formula Indy
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